O Complexo-R; A herança genética Reptiliana

Você já se perguntou por que temos certos comportamentos inexplicavelmente automáticos e, de certa forma, até mesmo incompatíveis com o suposto nível de civilização de nossa espécie?

Por que, ao passo que ousam falar de Amor, certos seres humanos (senão mesmo todos) podem reagir de forma agressiva a uma ofensa? Você sabe de onde vêm nosso apego ao corpo físico e nosso sentimento de medo?

Todos esses sentimentos, os quais algumas pessoas simplesmente atribuem aos “instintos”. Suas sementes subjazem no cerne de nossa personalidade, na parte inconsciente do Ser, sintetizados no que chamamos de Complexo-R. O Complexo-R é a parte mais primitiva do cérebro humano, bem como de quase todos os mamíferos.

Digamos que ele seja o kernel ou hardcore de nosso sistema nervoso. Ele controla praticamente todas os processos  automáticos e reflexos de nosso corpo, desde os batimentos cardíacos (através de sua vizinhança com o cerebelo) até a coordenação da musculatura lisa do sistema digestivo. Não é à toa que pessoas irascíveis reagem “com o estômago”, segundo o dito popular.

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Na figura acima, onde aponta-se “Cerebro Reptiliano”, jazem as estruturas que formam o Complexo-R, sede dos instintos e das reações mais primitivas dos seres humanos.

O encéfalo, com todas as suas estruturas e compartimentos, pode ser dividido em:

a) Complexo-R (ou cérebro réptil);

b) Sistema Límbico, e;

c) Neocórtex.

O Sistema Límbico surgiu na fase de desenvolvimento dos mamíferos, como adição ao hardcore réptil, e é responsável pelos desejos e emoções mais profundas. Poderíamos considerá-lo a fase água da evolução do encéfalo. Está ligado à figura da Lua, a Mãe Branca das emoções.

O Neocórtex é a parte mais recente e nobre do cérebro, ficando a seu cargo todas as mais variadas operações complexas de cálculos, planejamentos, memórias, associações, enfim, sendo a fase racional ouáerea da evolução do cérebro. Vejo nele o símbolo de Mercúrio, essencialmente.

Complexo-R - Herança reptiliana


O Complexo-R, sendo a fase ígnea, ou de fogo, corresponde ao comportamento mais antigo, conservador e reativo do animal humano. Ele é o núcleo fundador do encéfalo, sendo como que um protocéfalo ouarquicéfalo.

Está ligado a Saturno, tanto pelo aspecto masculino como pelo feminino (Binah, a Mãe do Grande Mar e o Velho Pai, o entendimento e a radicalidade).

Deste último núcleo, de origem reptiliana e produto do molde em que os répteis evoluíram na Galáxia, surgem os reflexos, as reações instintivas (tais como a busca pela sobrevivência, o instinto sexual como forma de perpetuação, a de defender seu território e sua prole, a noção de “matar ou morrer”, o medo em todas as suas formas, a obsessão, o fanatismo, o ritualismo religioso, a atração pelo “oculto”, o hábito de comer carne, etc.).

Vem-nos a pergunta: “Ora, se o tal complexo-R é a fase primitiva da evolução, como pôde haver épocas em que o ser humano era estritamente herbívoro?

Resposta: E quem disse que répteis comem apenas carne? Na verdade, eles comem qualquer coisa se isso lhes valer a sobrevivência. Seres reptilianos (ou com herança genética deles) fazem qualquer coisa com fins a se adaptar ao meio.

Não que espécies de outros reinos não sejam capazes de se adaptar, mas pense quão pouco mudaram de forma os crocodilos nessas últimas centenas de milhões de anos, comendo de pássaros a algas!

O problema acontece quando, no ser humano, é exacerbado o instinto de defesa de territorialidade. Isso presume disputas, sangue, morte e canibalismo. Quão mais chocantes as ações de alguns indivíduos, mais poder e chances de sobreviver a uma catástrofe social e climática, através do medo e da submissão dos demais.

O homem guerreiro é sumamente canibal em potencial, sanguinário, e ele precisa ser para que se mantenha como tal. Como dizem os xirês de Ogun, deus iorubá da Guerra, do Ferro e da Tecnologia, Ogun é fogo e toma “banhos diários de sangue”, ligado a Marte (Marduk?). Sangue é vida, é o fogo correndo pelas veias do ser humano, sob a forma de ferritina.

Como os deuses criadores (répteis, basicamente, ou reptilianos) decidiram não intervirem mais diretamente sobre seu gado humano, deixaram-no sob a gerência férrea de seus prepostos: os militares (que matam e submetem) e os hierarcas das religiões ritualísticas (que mantém a hipnose e a anestesia mental).

Não raro, ocorre o contrário: os militares embriagam os seres humanos com as benesses da Tecnologia, enquanto os hierarcas religiosos ameaçam a todos com o fogo do Inferno, cujo medo instintivo brota dali, do complexo-R, o sincronizador de nossa herança reptiliana a nível coletivo e inconsciente, fora de nossa alçada de intervenção.

Confira o vídeo abaixo


Fonte: centralmatrix

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